quinta-feira, 2 de maio de 2013

CAPÍTULO 7 - PAIXÕES OCULTAS


CAPÍTULO 7 - PAIXÕES OCULTAS

Joe POV

Eu não sabia se era ingenuidade de Demii ou se ela realmente queria me provocar. Que mulher em sã consciência ficaria nua numa banheira com um homem?Seu corpo e quente e sedutor sentado a frente do meu era absurdamente enlouquecedor. Meus braços envolta do seu corpo tremiam ligeiramente. Surpreendentemente Demi tombou sua cabeça, repousando em meu ombro. Seus olhos me encararam.

- Estou gostando de começar a conhecer você.

Enrolei seus cabelos em meus dedos e voltei a olhá-la.

- Eu também. Mais do que isso, gosto de estar com você.

- É bom...ser eu mesma.

Encostei minha cabeça na dela, fechando meus olhos. O desejo ameaçava me consumir. Mas eu jamais seria um canalha com ela novamente.

- Demi...seria tão bom...se tentássemos nos entender. Eu sei que deve pensar que sou um vagabundo que só me interesso por seu corpo, mas...

Ela me interrompeu.

- Eu não penso isso. No começo pensei realmente, mas não penso mais.  
- Por que não?

- Você teve chance no rio, Joe. Está tendo a chance agora e não fez nada. Então não poderia pensar de outra forma.

- Mas eu beijei você.

- Não foi uma coisa que eu não queria.

Meu coração se encheu de alegria e um pouco de esperança. Ela quis ser beijada por mim. Então eu não era totalmente repulsivo para ela.

- Eu não conheço muito dos homens. Mas tenho a certeza que a maioria...se estivesse assim como nós dois, já teria tentado alguma coisa.

- Eu não vou negar que quero.

Ela riu.

- Nem tem como esconder.

Ergui minha cabeça, olhando-a novamente.

- Eu não quero apenas seu corpo,Demi. Quero seu coração também. Demi ergueu os braços e enlaçou meu pescoço, buscando minha boca mais uma vez.O desejo intenso chegava a doer em mim. Nosso beijo se intensificou, nossas línguas se entrelaçando. Demi segurou com força em meus cabelos e deduzi que seu desejo, apesar de não ser tão intenso quanto o meu, estava presente. Deslizei minha mão pelos seus cabelos e desci um pouco mais, sentindo pela primeira vez a maciez dos seus seios. Seus mamilos estavam rígidos em meus dedos e apertei-os levemente fazendo Demi gemer. Mas em seguida me afastei.

- É melhor pararmos. Ou não se conseguirei me segurar.

- Desculpe-me. eu não..

- Tudo bem. Não é necessário pedir desculpas.

- Joe..eu também quero...que a gente se entenda, da melhor forma possível.

- Eu vou dar o melhor de mim, Demi 
- Eu também.Eu...gosto de você, quer dizer....estou aprendendo a gostar.

Abracei-a com mais força.

- Eu também estou aprendendo a gostar de você.

Não dissemos mais nada. Continuamos abraçados na banheira, ambos se olhos fechados, apenas sentindo o calor de nossa pele unida. Depois de um tempo senti a respiração de Demi mais suave e percebi que ela dormia. A minha sorte é que ela era bem leve. Consegui me levantar com ela no colo sem dificuldade e deitei-a na cama.

- Joe?

- Pegou no sono.

- Nossa...é que estava tão bom lá.

- Vista alguma coisa quente e seque esses cabelos um pouco.

Enquanto ela se secava eu fazia o mesmo. Vesti uma camisa de malha e uma calça de moletom. Peguei uma toalha e passei pelos cabelos dela.

- Quer que te ajude? Não é bom dormir com esses cabelos molhados. Demi também vestiu uma calça de moletom e uma blusa de malha. Ainda assim conseguia ficar terrivelmente sedutora.

- Sabe que eu ainda estou admirada com sua mãe? A reação dela foi inesperada.

- Também achei. Talvez porque já tenha passado tanto tempo.

- Traição é sempre traição, Joe.

- Sim, eu sei.

- desculpe. Não estava dizendo isso pra você.

- Eu sei.

Ela se virou pra mim, segurando minhas mãos.

- Joe...eu falei sério...quanto a nós dois.

- Eu também. Não se preocupe comigo. Sei que fui um cafajeste com você. Mas sei também que não disse nada para me ofender.

- Fico feliz que acredite em mim.

- Vem..vamos deitar.
Dormi feliz. Como jamais estive...abraçado a Demi a noite inteira. Eu a teria pra mim. Tinha esperança disso.

No entanto acordei sozinho. Também dormi demais, já passava um pouco das nove da manhã. Desci e encontrei minha mãe na cozinha.

- Bom dia, mãe.

- Bom dia, meu filho.

Só então ela me olhou e sorriu.

- O que anda acontecendo? As carinhas estão felizes hoje.

- Do que está falando, mãe?

- você e Demi. Parecem...felizes.

- Estamos começando a nos dar bem, mãe.

- Eu percebi. E fico feliz por isso.

- A propósito, a senhora a viu?

- Estava por ai...com o Rafael.

- Rafael?

- Sim. Parece que eles se dão bem também.

Não gostei de ouvir aquilo e já ia me retirar quando minha mãe me fez parar.

- A propósito Joe...eu não sabia que Demi tinha aquele corpão.

- Do que está falando?

- Sempre me pareceu meio masculina, mas está tão feminina hoje... formas perfeitas de mulher.

Olhei para minha mãe sem entender e fui até a varanda. E então os vi. Conversando alegremente como se fossem dois velhos amigos. A calça que Demi usava era diferente das outras. Era mais justa e moldava perfeitamente a bunda empinada. Usava uma camiseta justa que mostrava claramente a ausência do sutiã. Porra...muito gostosa.

Desci até eles e Demi sorriu ao me ver.

- Bom dia.

Não sei por que fiz isso. aliás..sei. Por ciúmes. Puxei Demi pela cintura e beijei-a. Mas felizmente ela correspondeu, enlaçando meu pescoço. Quando nos separamos a cara do Rafael não era das melhores.

- Bom dia, Rafael.

- Bom dia, Joe.Tudo bem?

- Tudo ótimo.

- Eu e Rafael estamos andando pela fazenda. Estou explicando o serviço pra ele, mas nem é preciso. Ele sabe tudo.

- Ah...ótimo. Estou atrapalhando?

- Não. Mas nós já estávamos indo para o estábulo.

- Tudo bem.Eu também preciso sair agora. Vou a cidade.

- A gente se fala mais tarde, então. Dessa vez ela me deu um beijo rápido e se afastou com Rafael.

Mas aquela situação...definitivamente não me agradava. ++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

Os dias passavam rápido demais. Já fazia um mês desde que Rafael veio para a fazenda. Desde então ele e Demi eram unha e carne. Mas como ela dizia, eram parceiros no trabalho. Embora nossa relação tenha melhorado e muito, não fomos além de beijos. Eu prometi a mim mesmo que jamais voltaria a ser um canalha com ela. E só a tomaria como minha quando ela manifestasse esse desejo. Todos repararam em sua mudança. Estava cada dia mais linda e feminina. Usava sempre calças jeans. Mas todas moldavam perfeitamente seu corpo escultural. Eu continuei ajudando meu pai no escritório com questões burocráticas. Eu entendia do assunto, embora não tivesse concluído a faculdade. Tranquei minha matricula nem sei por que.

- Eu não gosto nada de como aquela Rafael olha pra Demi.

- Hum?

- Estou falando ha horas, Joe.

- Desculpe, mãe. O que foi?

- Não gosto da forma como o Rafael olha para Demi.

- Confesso que me incomoda também.

- E acho que ela sente alguma coisa por ele...sei lá´.

Meu coração perdeu uma batida.

- Por que diz isso?

- Não sei exatamente.

- Está sabendo de alguma coisa que não sei?

- Claro que não. Eu diria a você se soubesse.

- Bom..vou até o escritório. Meu pai quer falar comigo.

Assim que sai pelo pátio da fazenda vi Demi, Ashley e Rafael de papo pro ar. Vi perfeitamente quando Rafael passou o braço em torno do ombro de Demi e cheirou os cabelos dela. Demi se endireitou quando me viu e sua expressão de culpa me preocupou. Mas segui direto ao escritório. Não podia culpá-la de nada. Estávamos tentando nos dar bem e só.Embora eu já pudesse dizer com toda certeza que estava apaixonado por ela.

- Pai? Queria falar comigo?

- Sim. Sente-se.

- o que é?

Ele me encarou profundamente.

- sabe que não sou de rodeios, então irei direto ao assunto. Embora você e Demi estejam se dando bem, eu vejo que esse relacionamento não irá pra frente. Quer dizer...vocês não se gostam como um casal de verdade. E jamais virão a me dar netos.

Engoli em seco, não estava gostando do rumo da conversa.

- O que quer dizer? Fale abertamente.

- Eu acho que você e Demi deveriam se divorciar. Eu vejo que ela e Rafael estão se entendendo e bem....ele me confessou que está gostando dela. Então, eu pensei...por que não dar a ela a chance de ser feliz? De se realizar como mulher?

Eu levantei feito um leão pronto para o ataque.

- NÃO...NÃO....O QUE É FICOU LOUCO?

- Pare de gritar..só estou dizendo o que acho. Rafael é da família, meu filho também . De qualquer forma as famílias permaneceriam unidas. E Demi poderia ser feliz com alguém que a ame de verdade.

- NUNCA!!! NUNCA....ELA É MINHA ENTENDEU? DIGA A SEU FILHINHO PARA FICAR LONGE DELA ANTES QUE EU PARTA A CARA DELE.

- Joe...não estou entendendo você.....você a odeia....

Num acesso de fúria eu derrubei tudo o que estava sobre a mesa do meu pai, computador, relógio, além das esculturas que ele tinha ali.

- JOSEPH.

- NINGUÉM VAI TIRÁ-LA DE MIM....NINGUÉM.....

-Joe...

Sentei -me no sofá, desconsolado e senti que chorava.

- Merda, pai...sei que não sou um bom filho. Mas por que me odeia tanto assim?

- Filho...eu te amo. Eu só quero vê-lo feliz.

- Então por que quer tirá-la de mim?

Coloquei minha cabeça entre minhas mãos, abaixando-a desesperado. Meu pai ajoelhou-se a minha frente.

- Filho...você....você está gostando da Demi?

- Estou apaixonado por ela.

- Ah...meu filho.

Depois de muito tempo meu pai me abraçava novamente.

- Como eu poderia saber? vocês se odiavam. Vi que estão se dando bem, mas pensei que era apenas camaradagem. Eu não vejo grandes avanços entre vocês.

- Estou indo aos poucos, pai. Não quero que ela pense que sou um canalha.

- você nunca foi, meu filho. Andava meio avoado, meio perdido. Mas nunca foi um canalha. Olha...esqueça tudo o que eu disse.

- Eu quero essa mulher pra mim, pai.

- E você terá filho....seja forte. E nunca se esqueça. Eu te amo. Amo demais.

Ainda fiquei um tempo sentado no escritório semi destruído, chorando, enquanto meu pai segurava minha mão. Era vergonha, raiva, ciúme..tudo ao mesmo tempo.

Só depois de algumas horas eu me levantei e sai.

Encontrei Ashley limpando a varanda.

- Onde está Demi?

- Saiu para cavalgar com o Rafael.

Deus do céu...será que Demi estava gostando dele? Era possível. Ele era atencioso com ela, e embora eu estivesse morrendo de ódio dele, devo admitir que ele era boa pinta, simpático e agradável. Talvez tudo o que Demi nunca tenha visto em mim. Ashley entrou e fiquei parado feito um idiota, sem saber se ia atrás deles e quebrava a cara do Rafael ou se ficava e rezava...

Já ia entrar quando uma voz conhecida me fez parar.

- JOe? Preciso falar com você.
- Virei-me ,incrédulo.

- Camila? O que quer aqui?

- Falar com você. Urgente.

Merda...o que essa doida queria agora? Já tinha dito a ela que não queria mais. Acabou desde a minha maldita noite de núpcias.

- Vamos até o estábulo. É rápido.

- Vá na frente. já estou indo. Não estava disposto a ouvir lamúrias de Camila. Estava preocupado com Demi e com o que ela poderia estar fazendo. Depois de alguns minutos fui até o estábulo.

- O que quer, Camila?

- Eu preciso da sua ajuda.

- Não sei por que pensa que posso ajudá-la, mas diga. O que é?

Ela torcia as mãos com nervosismo.

- O que tem a me dizer, Camila?

- Eu...estou grávida,Joe.

Fiquei um tempo em silêncio.

- E o que eu tenho a ver com isso? Nem me venha com palhaçada porque sabe muito bem que sempre usei preservativo com você.

- Eu sei. Não estou dizendo que é o pai. Eu...na verdade não sei quem é o pai.

Eu sabia que era uma vadia que andava se esfregando com todos. Ainda bem que sempre tive o bom senso de me prevenir quando estava com ela. Agora...se ela não sabia quem era o pai..que eu tinha a ver com isso?

- Então o que quer de mim?

- Eu...não tenho condições de ter esse filho, Joe. Me ajude. Eu preciso de uma quantia para tirar esse bebê.

Foi como um soco em meu estômago.

- Aborto? Você ficou louca? Vai tirar uma vida, Camila?

- Eu não tenho condições de criar um filho.

- Pensasse nisso antes de soltar a boceta por ai. Que culpa esse bebê tem?

- Por favor, Joseph.

- Desista. Não farei isso. Tenha o filho..dê pra adoção...tem tanta gente boa querendo.

- JOe...eu não tenho condições..grávidas precisam de consultas, remédios...

- Olha...me deixe pensar um pouco. Eu te procuro depois. Sabe de quanto tempo está?

- Dois meses.

- Vou ver o que posso fazer. Mas nada de aborto. Agora preciso ir.

Sai deixando-a para trás.

Merda....Por que eu? Por que não procurou outra pessoa? Eu não fazia idéia de como ajudá-la a não ser conversar com meu pai e minha mãe. Estávamos falando de um bebê indefeso que não tinha culpa de ter a mãe louca que tinha.

O dia tinha sido cheio demais. Subi para o meu quarto e qual não foi minha surpresa ao ver Demi ali.

- Oi...não sabia que tinha voltado.

- Cheguei a pouco. E você onde estava?

- Andando por ai. Está estranha...aconteceu alguma coisa?

- Não. Está tudo bem.

Mas Demi me evitava. Aconteceu alguma coisa nessa cavalgada com Rafael. Eu não tinha certeza se queria saber o que era.



Demi POV

Os dias estavam melhores com o passar do tempo. Joe e eu nos dávamos bem. Ainda não tínhamos ido as vias de fato, embora não me faltasse vontade. Mas acho que era cedo pra isso. Eu estava gostando dele, de verdade. Gostava de estar com ele, conversar, dormir ao lado dele. Mas eu ainda tinha medo de me decepcionar. Não por que eu pensasse que ele era um canalha. Mas porque talvez fosse uma paixão passageira, e eu viesse a sofrer mais tarde. Por outro lado Rafael tornara-se excelente companhia. gostava dele, da conversa e do carinho que tinha comigo. Mas confesso que às vezes eu ficava constrangida e desconfortável. Rafael muitas vezes me cantava claramente, me dizendo que eu era linda e no quanto ele gostaria de estar no lugar de Joe. Pensei muitas vezes em me afastar, mas ele sempre foi tão amigo. Mas isso não justificava. Joe era irmão dele e ate onde eu vi, se davam bem. Joe era sempre educado com ele e as vezes até brincavam. não era justo dar em cima da mulher dele. Joe continuava ajudando Paul escritório e eu ficava com Rafael. Preferia ter Joe ao meu lado, cavalgando comigo, verificando os cavalos e os gados. Hoje por exemplo era dia de ir a fazenda do meu pai. Seria bom tê-lo ao meu lado. Mas Joe parecia não gostar muito dessa vida. Mesmo assim eu o queria sempre por perto. Ele me fazia sentir bem. Me sentir mulher somente com o olhar dele sobre mim. ele me desejava, eu sei. Assim como eu também o desejava. Aquele nosso banho, quando pude sentir toda sua potência contra meu corpo...só me fazia sonhar de desejá-lo cada vez mais. Eu assumi de vez quem eu era. Uma mulher bonita e feminina, cheia de curvas. E adorava quando ele me olhava com olhos escuros de desejo. Eu só gostaria de saber se algum dia passaríamos disso. Daqueles beijos calorosos que trocávamos todos os dias. Eu tinha quase certeza que estava me apaixonando por ele. Não tinha outra explicação. O que mais poderia explicar o fato de me sentir tão culpada quando ele me viu abraçada a Rafael? Ele cheirou meus cabelos enquanto ríamos e então vi o olhar amargurado de Joe que se afastou em seguida. Afastei-me do Rafael.

- Acho melhor voltarmos ao trabalho.

- Demi..eu a magoei?

- Está na hora.

Durante todo o percurso até a casa do meu pai, eu pensei em Joe. no seu olhar triste. Eu iria pedir desculpas a ele e colocar Rafael definitivamente em seu lugar.

Merda...eu queria meu marido. Queria minha vida com ele. Se preciso fosse eu falaria com Paul para deixar Rafael longe de mim.

O percurso de volta também foi em silêncio.

- Quer ir até o rio, Demi?

- Vai você, Rafael. Preciso conversar com Joe.

- Demi, eu...

Afastei- me galopando rapidamente. Eu precisava demais vê-lo, pedir desculpas....e beijá-lo.

Desci do cavalo e fui até o estábulo mas antes que eu entrasse eu ouvi o que fez meu sangue congelar nas veias. Conhecia muito bem a voz anasalada de Camila.

- Eu...estou grávida, Joe.

Prendi a respiração e não tive coragem de esperar para ouvir sua resposta.

Dei a volta e deixei meu cavalo próximo ao escritório, seguindo a pe para casa. Fui direto para o nosso quarto, meus olhos ardendo com uma vontade intensa de chorar. Acabou. Tudo que eu tinha imaginado para nós dois ficaria perdido.

Eu não conseguiria aceitar isso. Meu marido tendo filha com outra, sendo que eu mesma nunca o tive em minha cama. A dor que eu sentia só me fez ter a certeza que eu o amava.
a. Embora não tenha sido por querer, ele me magoara. Eu confiava nele sim...em tudo o que me disse até hoje. Mas ver uma criança que era fruto da pior noite da minha vida....

Merda... Pior noite da minha vida? Naquele dia...no dia do meu casamento...eu já o amava?

Parece que sim. Só me restava erguer a cabeça e quem sabe...aceitar o amor que o outro irmão me oferecia.

Era egoísmo meu, mas eu não queria mais sofrer. Rafael no mínimo deveria ter se prevenido e não o fez.

Pra mim, terminava algo que poderia ter sido lindo, mas nem chegou a começar.

Gente desculpa, desculpa, mesmo não sabe como estou triste por não ter postado, mais tava sem pc a pior coisa que pode acontecer, a uma escritora, e ai estão gostando, beijosQQQ

Um comentário:

Olááá, vou ficar very very happy se comentarem meu lindos(as)
Por favor, comente que lê!