ahahahhahahahahahha
Estou aqui para relatar que
batam os tamboress
estamos chegando no 100 é isso tenho 99 comentários uhul, então quero dizer aqui e agora que a que a numero 100 e 101 irão competir em um sorteio para virar uma afiliada aqui eu acho que assim que se chama, poderá postar mini-fics e até é claro se quiser uma fic comigo que será postada aqui
Como será o sorteio:
a numero 100 e 101 terão que falar porque amam jemi, coisa facil e assim eu farei uma enquete aqui e numa página que tenho para as pessoas votares então assim que sabermos quem ganhou aviso aqui e falo com a ganhadora ok? beijos e boa sorte!!
segunda-feira, 15 de abril de 2013
CAPÍTULO 6 - Um Pouco de Romance?
CAPÍTULO 6 - UM POUCO DE ROMANCE?
Bella POV
Era
tudo tão novo. E devo acrescentar: muito agradável. Eu sequer pensei
nessa probabilidade um dia. Eu e Joseph..assim...aos beijos. Mas éramos
casados não é? Que mal ha nisso? A princípio quando Joseph me contara
que viu meu corpo como realmente é, eu fiquei brava. Cheguei a pensar
que ele se aproximou apenas por isso. Mas eu via que não era isso.
Ninguém conseguiria fingir tão bem. Ninguém conseguiria colocar emoção
nos olhos propositadamente. E eu via isso nele. Estava sendo sincero.
Talvez nunca chegássemos a ser realmente marido e mulher. Mas poderíamos
ser amigos. Ele era divertido. Agora eu via isso. Eu estava gostando de
descobrir esse novo Edward. E gostando de estar nos braços dele. Seu
beijo era delicioso. A boca tão doce e macia....Estremeci.
- Com frio?
- Não.
Estávamos ha um bom tempo na água. Joseph abraçava meu corpo por trás, minha cabeça pendia em seu ombro.
- Acho que deveríamos ir. Você esteve doente. Não deve se arriscar.
- Ah...agora diz isso. Você quem me jogou aqui.
Ele riu.
- Foi mais forte que eu.
Dei um soco em seu peito e tentei sair da água. Minhas roupas estavam pesadas demais. Joe estendeu a mão pra mim.
- Vem...sua molenga. Eu te ajudo.
Segurei nas mãos dele. Eu me perguntava porque eu estremecia toda vez que ele me tocava. Isso não era normal.
- Então? Vai se arriscar de novo na corrida?
- Acho que não. Estou com frio, minhas pernas estão dormentes.
- Mentirosa. Disse que não estava com frio.
- Mas você estava me esquentando.
Ele parou um momento. Fez menção de falar alguma coisa mas desistiu.
- Vamos?
- Sim.
Montamos
e começamos nosso percurso de volta. Dessa vez íamos mais devagar,
conversando sobre a fazenda. Engraçado que Joe entendia do assunto.
Por que nunca se envolveu? Ele era inteligente. Credo...Joe era muito
instigante. Quando nos aproximamos da casa, Denise, Paul e Rafael
estavam na varanda.
- Meus Deus..o que andaram fazendo?
- Esse maluco me jogou no rio.
Rafael percorreu meu corpo inteiro com os olhos e aquilo...me incomodou?
- Joe! Pediu desculpas pelo menos?
Olhei para Joe e não agüentei. Caímos na gargalhada. Joe me puxou pela cintura e envolvi a sua também, inconscientemente.
- Vão tomar banho, pelo amor de Deus. Quanta irresponsabilidade, Demi. Ainda ontem estava doente.
- Ah...mãe...Estávamos nos divertindo. Vem, Demi .Deixa esses velhos pra lá.
Ainda pude ouvir Paul falando assustado.
- O que está havendo com esses dois, afinal?
Nem
eu sabia, mas o fato é que eu estava adorando estar assim com Joseph.
mesmo quando ele fazia essas loucuras. Me pegou no colo e subiu as
escadas correndo até nosso andar.
- Me põe no chão, seu demônio.
-Não tem medo de uma cavalo te derrubar e está com medo que eu faça isso?
- Mas o cavalo é forte.
Ele abriu a boca e parou me encarando.
- Desaforada....ta me chamando de fraco?
- Não...mas....
-
Não sabe do que sou capaz de fazer com você no meu colo, Demi.
Não...eu
realmente não sabia. Mas a forma como ele me olhava me fez querer
descobrir. Minhas mãos que já estavam em seu pescoço se embrenharam em
seus cabelos, puxando seu rosto para o meu. Nossas bocas se encontraram
mais uma vez nesse dia. Joe continuou andando comigo no colo e sem
desgrudar sua boca da minha.
- Eu falei que conseguia....
- Estou vendo.
Já estávamos em nosso quarto quando Joe me colocou de pé.
- Vá tomar o banho ou seu resfriado volta.
- Mas...e você?
- Eu espero você sair e vou.
Olhei
para ele de cima a baixo, pingando água. A camisa de malha grudava-se
ao corpo, revelando seu peito másculo. Seus cabelos ainda escorriam um
pouco.
- Vai adoecer, Joe.
- Vou nada. Toquei em seu braço ele estava gelado.
- Vem comigo.
- É melhor não.
- Vamos parar com bobeira? Deu uma de espião e já me viu nua mesmo. Agora nem adianta disfarçar mais.
Ele jogou a cabeça para trás e gargalhou.
- Não era minha intenção estragar seu disfarce.
Tirei
minha blusa ficando apenas de sutiã. A principio fiquei com vergonha,
pois sentia seu olhar me queimando a pele. Mas depois lembrei-me mais
uma vez que ele já tinha me visto totalmente nua.
- Deixa de moleza Joe. Vai adoecer.
Tirei
minhas botas e a calça ficando apenas de calcinha e sutiã. A merda toda
era que eu sempre usava lingeries sexy demais para quem não queria se
mostrar feminina. Joe suspirou pesadamente e fechou os olhos.
- Acho melhor eu ir para a outra suíte.
Eu ri. Nem sei de onde tirei tanta ousadia assim. Eu estava provocando ele?
- Medroso feito um gatinho....
Caminhei
até o banheiro, sem deixar de sentir seu olhar em mim. Abri a torneira
da banheira e enquanto ela enchia entrei sob a ducha quente. Segundos
depois eu ouvi a porta do boxe abrindo. Abri meus olhos e ....Puta. Que.
Pariu.... Meu marido era....gostoso.
Encarou-me por um tempo e então eu sai da ducha.
- Entre enquanto eu diminuo a água da banheira. Acho que será melhor para relaxar.
- Tem razão.
Diminui a quantidade de água e quando voltei para o boxe Joe me puxou para s ducha abraçando meu corpo.
- Não vai ficar no frio.
Meu corpo seminu agarrado ao dele também seminu....era perigoso demais.
- Joe...
- Eu não vou fazer nada, eu juro.
- Eu sei. eu só ia....
- Ia?
- Beijar você.
Joe não falou nada. Envolveu minha cabeça com uma das mãos e literalmente
devorou minha boca. Era um beijo diferente dos outros. Mais urgente,
quase faminto. Sua língua devastava minha boca e suas mãos me apertavam
mais de encontro a ele. Era muita loucura. Eu jamais me interessei por
homem algum. Sabia o que era sentir vontade, é claro. Mas não ao ponto
de sentir meu sexo latejar com tanta força e escorrer facilmente, me
deixando encharcada. Empurrei-o, assustada.
- Desculpe-me.
- não...é só que ...lembrei-me da banheira.
- Ah..é verdade.
Rapidamente
sai do box e fui ate a banheira, fechando a água. Joguei alguns sais e
liguei rapidamente a hidromassagem, desligando em seguida. E agora?
Tomar banho com lingerie era ridículo. Mas se eu tirasse... Joe
tiraria também. Eu nunca vi um homem nu antes. Ta certo, ele era meu
marido.Mas nossa situação era tão atípica.
Quer
saber? Eu nunca fui medrosa. estava com medo de um simples banho com
meu marido? Ainda que nossa situação fosse ruim? Eu estava de costas pra
ele quando tirei o sutiã. Depois tirei a calcinha e percebi a ausência
de uma outra respiração ali dentro.
Entrei rapidamente na banheira.
- Venha, Joe. Está quentinha.
Ele fechou a ducha, mas parou ao lado da banheira.
- Tem certeza?
- Deus do céu, homem. Vai adoecer.
Reparei
em seu corpo perfeito. Por que não dizer, divino? Nenhuma gordurinha
minúscula fora do lugar. As coxas eram másculas....meu olhar parou sobre
a boxer preta que não ocultava nada da ereção formada. Quando ele
colocou um pé dentro da banheira eu segurei seu joelho.
- Você toma banho de cueca?
- Não.
- Então?
- Demi...
- Joe..somos casados, adultos....e eu também estou nua. Deixe de besteira.
- Se você diz.
Eu
desviei o olhar quando ele baixou a boxer. Mas minha curiosidade falou
mais alto. Tudo o que tinha visto nele ate então era perfeito. Eu
precisava conformar se ele era realmente um Deus. Minha respiração
disparou quando olhei aquilo. Joseph...ou melhor...o membro dele era
enorme. Muito grande e grosso....e incrivelmente duro, apontado em minha
direção. Baixei meus olhos sem graça e Joseph sentou -se ao meu lado,
fechando os olhos.
- Está boa a água?
- Sim.
Sua voz baixa não passou de um sussurro. Estremeci mas ele não pareceu perceber.
- Demi?
- Sim?
- Eu queria que tudo tivesse sido diferente. De verdade.
Seus olhos se abriram e me fitaram.
- Eu sei, Joe.
- Será que vai conseguir me perdoar algum dia?
- Eu não tenho raiva de você.
- Obrigado.
Sem
pedir licença eu me sentei a frente dele e de costas pra ele. Seus
braços me envolveram e enterrou seu rosto na base do meu pescoço. Eu
sentia claramente seu membro latejando contra minha pele. Mas ele me
garantiu que não faria nada e eu acreditei.
Mas
eu estava confusa. Não sabia o que queria. Seguir apenas com um
casamento de conveniência e tentar encontrar alguém que gostasse de mim
ou tentar fazer com que nosso casamento desse certo?
Nesse momento, totalmente abraçada por ele, eu me sentia tentada a arriscar a segunda opção.
Ah gente 3 comentários para o proximo, e o que acharam do banner tá eu sei que horrendo mais o que pude fazer sendo iniciante beijos
sexta-feira, 12 de abril de 2013
CAPÍTULO 5 - Coisas De Casal
Paul POV
Eu
soube desde o momento em que Demi me disse aquele nome que eu estaria
frente a frente com meu filho. Ele nem precisou dizer nada. Eu não tinha
dúvida alguma quanto a paternidade.
- Rafael Mccarthy.
-Acho que já sabe quem eu sou,não é?
- Sim...meu filho.
Fruto da minha infidelidade.
- Eu não quero nada do senhor. Só preciso trabalhar. Minha mãe está doente e não...
- De jeito nenhum. Você é meu filho e como tal será reconhecido.
Eu vi a admiração e respeito em seus olhos.
- Minha mãe me disse que era um homem justo e honesto.
-Ela te contou tudo?
-
Sim. Me contou que foi uma paixão avassaladora, mas de apenas uma
noite. Mas ela preferiu ir embora, por causa da sua esposa. Só quando
estava longe daqui ela descobriu que estava grávida.
- Eu não teria deixado-a desamparada.Deveria ter me procurado mesmo assim.
- Pelo que entendi ela gostava da sua esposa.
Fiquei
um momento em silêncio observando meu filho. Era diferente de Joseph.
Era tão alto quanto, mas Joseph era mais esguio. Rafael era mais parrudo,
mais musculoso. Tinha os cabelos claros e bem curtos. Os olhos eram
verdes ou castanho escuro,não sei. Parecia que mudavam de cor. Era um
homem bonito,sem dúvida alguma.
- Sabe que tem um irmão, não é?
-Sim.Demi me contou que é ....casada com ele.
- Sim. Foi mais um arranjo de família. Demi e Joseph não se dão muito bem.
- Como alguém não poderia se dar bem com ela?
Percebi alguma coisa ai. E isso não era bom. Ou talvez fosse. Se Joseph não queria essa vida, por que não Rafael?
Lá estava eu pensando besteiras. Mal ganhei um filho e já pensava em casá-lo.
- O que pensa em fazer agora, senhor?
- Apresentá-lo a sua família, é claro.
- Sim.
- Sua mãe está bem?
- Um pouco doente, mas bem.
- Eu preciso de umas horas para conversar com minha esposa. Pode me esperar aqui?
- Com certeza.
Apertei minhas mãos em seus ombros e sai.
Denise sempre parecia saber quando vinha notícia ruim. Eu mal me aproximei e
ela me olhou apreensiva. Pior do que assumir minha traição, era ver a
dor é magoa nos olhos da mulher que eu amava. Sim, porque eu amava Denise.
Assim que chegamos a essas terras e adquiri a primeira fazenda, a mãe
de Rafael já trabalhava lá. Era uma bela mulher. Eu não sei bem o que me
levou a isso. Talvez fosse a tristeza por ver que Denise não tinha gostado
da nossa mudança, ou talvez carência...ou sem sem-vergonhice mesmo. O
fato é que fiquei enlouquecido por aquela mulher. Bastou uma noite
apenas. E quatro dias depois ela se foi, sem ao menos dizer nada.
Simplesmente partiu.
Um
mês depois descobrimos que Denise estava grávida. E eu nem fazia idéia
que aquela empregada também estava grávida de um filho meu.Eu não sentia
nada por ela. Foi realmente um sexo selvagem de apenas uma noite. Mas
agora era duro admitir isso.
Vi
o choque nas feições de Denise ao ouvir que eu tinha um filho, fruto de
um caso extra conjugal. Mas me surpreendi ainda mais ao ouvir suas
palavras.
- Era aquela empregada não era? Marcy?
-Sim.
-Eu vi a forma gulosa como se olhavam naquela noite em que brigamos . Só não pensei que iria tão longe.
- Denise...eu preciso que me perdoe. Você sabe que eu amo você.
-
Que saída eu tenho senão aceitar? Que bem isso me faria agora? Acho que
agora nem posso recriminar Joseph. Deve ter puxado a você.
- Denise, querida....
Doeu ouvir aquilo. Doeu porque ela estava certa. Afinal Joseph agira da mesma forma com Demi.
-Só
não sei se irei aceitá-lo logo de cara. E jamais deixarei que outro
ocupe o lugar do meu Joseph. Eu morro para defender meu filho,sabe
disso.
-
Ninguém vai tomar o lugar de Joseph, querida. Você sabe que eu o amo
demais. Embora ele não se interesse por essa vida. Só quer se divertir
com mulheres.
- Não é verdade.
- Como?
- Joseph esteve meio perdido. Mas está se encontrando, eu sinto isso.
- Acha que ele vai aceitar o irmão?
- Como ele se chama?
- Rafael.
Ela suspirou, olhando para as mãos.
- Joseph sempre quis ter um irmão. É claro que ele ficará feliz.
- Eu acho que devemos chamá-los agora e ..apresentar o Rafael.
- Vou ver se já desceram. Demi estava meio febril e Joe ficou com ela. Aquilo me espantou. Não esperava isso vindo dele
- Cuidando da Demi?
- Te falei que ele está mudando. O que houve eu não sei, mas está mudando.
- Então vá falar com eles enquanto chamo o Rafael.
Confesso
que pensei que seria pior. Pensei até que talvez Denise fosse brigar,
fosse querer me deixar. Mas essa fase já passou. Desde a época em que
ela resolveu ficar um tempo longe, quando Joe tinha apenas 4 anos.
Ficou quase dez meses fora. Mas voltou feliz, disposta a seguir a vida
na fazenda. Era uma mulher forte e decidida. Eu via isso claramente
agora. Fiquei feliz....muito feliz.
Joe pareceu aceitar bem a idéia de ter um irmão. Estava tudo bem. Rafael também parecia se sentir bem ambientado. No entanto no momento em que Demi avançou para Rafael, abraçando- o eu congelei. Da parte dela era
apenas um gesto de boas vindas. Mas eu conheço os homens. Eu percebia um
certo interesse de Rafael por ela. E Joe percebeu. E não ficou
satisfeito. Mas que merda. Era a chance dele,não era? Se livrar de um
casamento que não queria? Porque não haveria nada demais em se divorciar
e Demi se casar com Rafael, não é? Ou havia? Eu teria que conversar com
ele depois. Por enquanto eu iria apenas observar enquanto eles
conversavam.
Joseph POV
Eu
não me enganava. Eu era homem não era? Aquele abraço dado em MINHA
esposa tinha algo a mais. Ah...se tinha. Mas resolvi passar por cima
disso e dar as boas vindas também .Afinal eu sempre quis ter um irmão,
não é? Aproximei-me dele e estendi a mão.
- Como vai,Emmet? Sou Edward.
- Oi, Joe. Paul me falou sobre você.
-Nosso pai?
Ele riu e me deu um abraço.
- Sim. Nosso pai.
- Você e Demi já se conhecem, não é? Ela me contou.
- Sim. Tem uma esposa....adorável, Joe.
- Obrigado. Realmente, Demi é maravilhosa.
Vi que Demi me olhou espantada. Assim como minha mãe e meu pai. Qual era o problema? Eu não menti.
- Creio que ficará aqui na casa, não é?
Mas acabei me virando para meu pai, esperando sua resposta.
-
Ah..sim, é claro. Rafeal...nós temos três andares,como já reparou. O
terceiro é exclusivo do Joe e de Demi. Então ficará no segundo. Há
vários quartos e poderá escolher o que melhor lhe agradar.
Quase inconscientemente, passei os braços em volta dos ombros de Demi, e para minha felicidade, ela não se afastou.
-
Pai....quando pretende regularizar a situação dele? Quer
dizer...reconhecê-lo legitimamente. Não é preciso que a mãe dele esteja
presente?
- Nós iremos ver isso, Joe. Mas por enquanto vamos comemorar... hoje a noite.
Eu ri. Sabia que ele faria isso. Estava louco para fazer isso desde o meu casamento.
Mas
eu estava curioso em relação a minha mãe. Será mesmo que ela tinha
aceitado isso assim? Sei lá....mulher era um bicho muito esquisito.
- Venha conosco, Rafel. Vamos ver seu quarto.
Minha mãe e meu pai se afastaram com ele e fiquei sozinho com Demi.
- Acho que vou cavalgar um pouco.
- De jeito nenhum, Demi. Estava de cama há pouco tempo.
- Já estou melhor, Joe.
- Então vou com você.
- Você nem gosta.
- Ms vou para te fazer companhia.
Ela deu de ombros.
- Tudo bem então.
- O que achou dele?
Ela perguntou enquanto nos afastávamos em direção ao estábulo.
- De quem?
- Como de quem....do seu irmão.
- Ah...me pareceu boa pessoa.
- Também tive essa impressão.
- Quer ir com o Ranger?
- Tanto faz.
Ranger
era um cavalo negro, acho que o mais bonito que meu pai tinha. Demi
escolheu o Arieth, um cavalo branco quase tão belo quanto Ranger.
Estávamos saindo do estábulo quando encontramos com Ashley.
- Oi Ash....o que faz por aqui?
- Oi Demi. Paul me chamou para ficar.
Me olhou meio apreensiva e depois continuou.
- Fez uma troca. Eu vim pra cá e Camila foi para a casa do seu pai.
- ah...ta. Que bom...melhor pra mim. Ter você aqui.
Ash trabalhava na casa do Patrick e por motivos óbvios meu pai preferiu fazer a troca entre ela e Camila.
Nos afastamos. Eu nem sabia para onde Demi pretendia ir. Apenas a seguia.
-Joesph? Percebeu como sua mãe estava....sei Lá...resignada demais?
- Sabe que notei isso? Não seria de se esperar que ela brigasse...não olhasse na cara do Rafael? Sei lá...algo desse tipo.
- Mas também ela sabe que seu pai a ama. Acabou perdoando o erro dele.
- E você? Quando irá perdoar o meu?
- Eu não disse que não perdoei.
-Mas eu sei que está magoada comigo.
- Vamos deixar esse assunto de lado, Joseph?
Ela estava certa. Estava feliz em estar ao lado dela, conversando civilizadamente.
- E vamos falar sobre o que? Sobre essa sua moleza sobre o cavalo? Falei aumentando o ritmo da cavalgada.
- Você é uma decepção Demetria Lovato. Pensei que fosse uma amazona.
- Está me desafiando?
Eu ri internamente.
- Eu só desafio quem eu sei que tem chance de ganhar, Demi.
- Olha só....
- Me alcança? Duvido?
E disparei com Ranger, deixando –a atônita. Mas por apenas alguns segundos.Logo ela parecia apenas um borrão atrás de mim.
- Desista.
- Nunca.
Ela gritou logo atrás de mim. Eu tinha uma larga vantagem até ela gritar. - Pare agora, Ranger!
Como que por mágica o cavalo parou e Demi passou sorridente.
- Ele obedece a mim, Jonas. Deveria saber disso.
- Vai atrás dela, maldito. Seu vendido! Só por que ela é mulher?
Ela ouviu e gargalhou.
- Pegue-me se for capaz, Joseph.
Disparei
atrás dela. Acho que em todos esses anos eu nunca me senti tão bem. Tão
livre. Eu já podia sentir a brisa mais fresca, sinal que estávamos
próximos ao rio. Mas eu já estava emparelhado com ela.
- Bandida...trapaceou....
- Quem disse que jogo limpo?
- Vai ter volta.
Ela pulou do Arieth ainda rindo da minha cara.
- estou morrendo de medo.
- Ah é?
Avancei sobre ela e peguei-a no colo. Seus olhos se arregalaram.
- Não vai fazer isso. Joseph...eu estava doente...
Ela falou já entendendo minha intenção.
- Não tem problema. Eu cuido de você de novo.
- Joseph....não faça is....
Antes que ela terminasse eu joguei seu corpo no rio. Seu grito de descrença me fez gargalhar.
- Eu não acredito que fez isso.
- Para se refrescar, Demi. A corrida te deixou quente.
-Está mexendo onde não deve, Joseph.
- Acho que nem irei dormir essa noite...de medo.
Ela saia lentamente do rio, as roupas encharcadas dificultando sua caminhada.
- Me ajude, pelo menos.
Estendi minha mão para ela e com uma força que me impressionou, Bella me puxou para o rio com ela.
- Ah....diaba....
Demi riu e tentou nadar, mas isso também era dificultado pelas roupas e em
pouco tempo eu a agarrei pela cintura. Virei-a de frente pra mim, nossos
corpos colados.
- Te falei para não me provocar.
- Estamos empatados.
- De jeito nenhum. Eu ganhei a corrida e te puxei junto comigo.
- Tudo bem. 2 X 1 pra vocÊ. Quero revanche.
-Hum...insistente vocÊ, heim? E o que sugere?
- Não sei...irei pensar. Ainda tem a volta pra casa.
- É....tem.....
Mas
eu já não percebia o rumo da nossa conversa. Eu só percebia as ondas
elétricas que circulavam entre o meu corpo e o dela. E ela também
percebia isso, caso contrário suas bochechas não estavam pegando fogo.
Eu já não sabia o que dizer. Mas eu queria dizer alguma coisa? E o medo?
Dizer alguma besteira e estragar um momento que para mim estava
perfeito?
- Joseph...
Suas mãos pousaram em meu peito.
- Demi?
Pude
notar que sua respiração estava descompassada. A minha também estava.
Só conseguia enxergar seu rosto perfeito a minha frente. Seus olhos
estavam fixos nos meus. Antes que ela quebrasse nossa conexão eu segurei
em sua nuca e puxei seu rosto para mim. Minha boca desceu sobre a dela
que já se abria esperando meu beijo. Nossas línguas se tocaram e Bella
levou suas mãos aos meus cabelos. Desci minhas mãos e abracei sua
cintura com força. Suguei sua língua e o aperto em meus cabelos
aumentou. A pressão dos seus lábios nos meus ficou mais urgente e
constatei , satisfeito que ela queria aquilo tanto quanto eu.
Intensifiquei nosso beijo que não tinha qualquer apelo mais sexual ,
apesar de estar duro de tesão por ela. PArecíamos um casal de verdade,
agíamos como um , pelo menos. Quando nos afastamos foi apenas para
recuperar o fôlego, mas não nos soltamos. Enterrei meu rosto em seus
cabelos e Demi beijou meu peito, depois ergueu seus olhos pra mim.
- Nossa....isso foi...
- Foi.....
Ficamos abraçados, sem nos separar. Não sei. Talvez Demi estivesse envergonhada do que acabou de acontecer.
- Está com frio?
- Não. Você está me aquecendo.
Encostou
sua cabeça em meu ombro. Ela não sabia. Mas era ela quem me aquecia.
Aquecia meu peito, minha alma. E eu nem sabia o que fazer para
conquistá-la. Para torná-la definitivamente minha. Não de corpo. De
coração. De corpo eu pensaria depois.
-------------------------------------------\\\\\\\\\\\\\-------------------------------------------------
ESTOU muito TRISTE poxa nenhum comentários vocês não estão gostando é isso, eu paro se for; 3 comentários para o proximo, nem ia postar esse já que o 4 não teve nenhum comntário, triste tres
quarta-feira, 10 de abril de 2013
CAPÍTULO 4 - Um Novo Herdeiro + Aviso
CAPÍTULO 4 - UM NOVO HERDEIRO
Demi POV
A
cabeça estava pesada e meus olhos ainda doíam...e muito. Tanto que eu
não conseguia abri-los. Mas também...estava tão quente e confortável que
eu não tinha vontade de sair da cama. Mesmo sabendo que o trabalho me
esperava lá fora. Remexi um pouco na cama e seu cheiro me invadiu.
Forte, másculo, delicioso. Obriguei meus olhos a se abrirem, afinal eu
precisava saber de onde vinha esse cheiro. Assim que vi seu rosto tão
próximo ao meu, lembrei-me da noite anterior. Aliás lembro-me apenas que
sentia muito frio, então Joseph me envolveu em seus braços e eu
mergulhei no sono. Olhei bem suas feições, de olhos fechados, tranqüilo.
Sim, era muito lindo. Não me espantava por Camila ter se esfregado nele
por ai. Era uma pena realmente que não nos déssemos bem.Apesar do que
combinamos dar uma trégua.
Joseph me mostrara um lado até então desconhecido. O lado carinhoso e amável
que eu jurava que não existia ali. Belíssimo...tão jovem, mas o corpo
era de um homem maduro, experiente.
- Se está pensando numa forma de me matar, quero que seja rápido e indolor.
- Joe...que susto.
Ele riu e abriu os olhos.
- Pensei que estivesse dormindo.
-Estava apenas de olhos fechados. Não consegui dormir.
Só então reparei em seus olhos. Realmente parecia cansado.
- Por que? Por minha causa?
- Em parte.Você fala demais
Arregalei os olhos.
- Dormindo?
Ele riu novamente.
-Sim.
- O que eu disse?
- Não entendi muita coisa.
- Eu nem sabia disso.
- Está melhor?
- Meu corpo ainda dói, mas acho que a febre passou. Eu preciso me levantar.
- De jeito nenhum. Eu já falei com meu pai. Não está em condições.
- Como não? Ah...nem vem com essa, Joseph.
Levantei-me
de uma vez, mas mal dei dois passos e a tonteira me impediu. Só não cai
porque duas mãos fortes me pegaram pela cintura.
- Eu falei. Teimosa.
- Foi só uma vertigem.
- Sim...por causa da gripe. Então é melhor que fique deitada. Eu vou buscar alguma coisa para você comer.
Ele falava enquanto me forçava a deitar na cama novamente.
-Não precisa.
Ele se deitou também, as mãos atrás da cabeça.
-Eu não vou discutir com você. Mas tenho certeza que minha mãe virá trazer alguma coisa.
Joseph estaria mesmo preocupado comigo? Ou aquilo tudo era remorso?
Pior....será que Paul o ameaçara de alguma forma? Por que ele mudou
tão de repente assim comigo?
Eu
nunca fui mulher de meias palavras. Nunca fui de ficar no escuro. Ele
não queria uma trégua? Nada melhor que começar contando a verdade.
- Queria te perguntar uma coisa, Joe.
- Pode falar.
- Por que está fazendo isso? Quer dizer...por que está me tratando tão bem?
- Você é minha esposa.
- Eu sei. Você que parece ter se esquecido.
Ele
se levantou, ficando sentado na cama. Estava de costas pra mim e assim
ficou um longo tempo até se virar novamente. Sentei-me também e ficamos
cara a cara. Tinha que ser assim. Nada além da verdade.
- Eu me sinto um monstro pelo que fiz, Demi. De verdade. Estou tremendamente envergonhado de tudo o que fiz.
- Porque essa crise de consciência de repente?
- Não é crise de consciência. Eu apenas percebi a mulher maravilhosa que você é. Não só de corpo como de alma.
Fiquei tensa. O que ele estava querendo dizer? Ele sempre disse que eu era masculina demais.
- O que você quer dizer.....
- Demi....por que você se esconde atrás dessas roupas? Você é linda....por que isso?
A raiva me subiu como uma flecha. Então era isso....mas como ele descobriu? Me espionou enquanto dormia?
Ao que parece ele percebeu minhas indagações.
- Eu vi você tomando banho no rio.
Levantei-me da cama furiosa.
- Então é isso? Por isso essa trégua? Porque viu em mim mais uma chance de satisfazer seus desejos animais?
- Não...não Demi....
Ele se levantou e veio ate mim.
- Não chegue perto de mim.
- Eu não vou negar que te achei linda.....e que.....desejei você. Mas não é por isso que quero ficar bem com você, eu juro.
- Aha....e quer que eu acredite nisso? Sempre me desprezou, Joseph.
- Demi...eu errei, fui um idiota, troglodita, mas por favor....eu me arrependo, é serio.
- Você quer o meu corpo não é? Assim como a Camila.
- Não...
Ele ficou mais perto de mim segurando minhas mãos.
- Eu juro que não. E jamais vou tocar em você dessa forma...a não ser que você queira.
- Você é meu marido....seria seu direito.
- Sim...mas isso só faria você ter a certeza que eu quero apenas seu corpo. E não é verdade. Eu quero mesmo me dar bem com você.
Quer
saber? Eu acreditei nele. Não tinha como duvidar daqueles olhos tão
intensos que me encaravam e me deixavam ver quase a sua alma. Sem contar
que ele havia me tratado com tanto carinho....E eu estava cansada, meu
corpo ainda dolorido...abracei sua cintura e encostei minha cabeça em
seu peito. Era incrível como eu me sentia bem ali. Era ridículo até.
Nunca nos demos bem,desde crianças. Aliás eu só comecei a sair de casa e
ir até a casa dos Cullen aos 12 anos de idade. Realmente não tinha como
me juntar ao moleque que Joe era. E eu soube que naquela época ele
já andava pegando as empregadas do pai. Fechei meus olhos quando suas
mãos subiram pelas minhas costas, me abraçando também.
- Desculpe-me, Joseph. Fui rude com você.
Ergui meu rosto para olhá-lo.
- E obrigada por tudo que fez por mim.
Fiquei
na ponta dos pés para dar um beijo em seu rosto,mas Joseph não sei se
involuntariamente ou não, virou o rosto e meus lábios tocaram os dele.
Ficamos parados, os lábios colados nos olhando até que seu sabor se
intensificou e fechei meus olhos. Então Joseph moveu sua boca, me
beijando de verdade. Mas foi breve. Em seguida uma batida na porta me
fez separar dele rapidamente. Baixei meus olhos envergonhada.
Porra....eu gostei.
Joseph levantou até a porta e a abriu, deixando uma Denise desconsolada entrar. Tinha os olhos vermelhos, parecia que tinha chorado.
- Está melhor, querida? Joe me falou que teve febre alta.
- Sim. Já estou melhor. Obrigada.
- Trouxe suco e frutas para você comer. Coisa bem leve.
Joe veio até nós, olhando com curiosidade.
- Mãe? Algum problema? Estava chorando?
Ela não respondeu.
- Quando terminarem, desçam. Paul quer falar com vocês.
- Mãe?
- Por favor, Joseph. Eu preciso descer agora. Temos visitas.
Saiu e nos deixou sozinhos.
- Visitas? Quem será?
Joseph sentou-se ao meu lado e me serviu o suco.
- Será que é o cara que veio pedir emprego ao seu pai?
- Que cara?
- Encontrei com ele na cidade ontem. Ele queria pedir emprego ao seu pai. Dei uma carona a ele.
- O que? você sai andando assim com um desconhecido? Ficou louca Demi??
Aquilo me pegou de surpresa.
- O cara poderia ser um assassino, um tarado.
- Ah...menos, Joseph.
- Estou falando sério. E além do mais você é casada. Não pega bem sair com um homem por ai.
Ergui
minha sobrancelha pra ele mas não disse o que eu pensava: ele também se
esfregou com Camila...todo mundo sabia. Mas eu não queria brigar com
ele. Mas ele com certeza entendeu.
Apenas mudou de assunto.
- Percebeu como minha mãe estava estranha?
- Parecia que esteve chorando.
- Fiquei preocupado agora.
- É melhor tomarmos esse café e descermos então.
Ficamos
em silêncio enquanto tomávamos nosso café. Quem visse a cena pensaria
que somos um casal normal, feliz. Pensando bem, sem falsa modéstia,
formávamos um belo casal. Era uma pena que não existisse amor.
Joseph POV
Estava
cansado, com sono. Não consegui dormir. Não por causa da bela mulher em
meus braços. Mulher que aliás, era minha esposa e que eu burramente
trai.
Eu
simplesmente não conseguia dormir porque pensava o tempo todo em minha
vida. No que eu era, no que eu poderia ter sido. Era estranho como o
simples fato de ver quem Demi era realmente me fez repensar minha vida.
Eu achava que não tinha nada a ver. Afinal o que tinha demais eu
descobrir que ela era linda e pensar na minha vida medíocre? Não sei.
Alguma coisa mudou dentro de mim e eu nem sabia o que era. Demi se
escondeu sob roupas masculinas, provavelmente imaginando que assim não
seria assediada e seria respeitada pelos machos do lugar. E ela era. Mas
não só por ser “masculinizada”. Eu tenho que admitir que Demi era boa
no que fazia. Ela gostava. Eu ao contrário nunca gostei. Não queria
viver ali. Queria ir para a cidade, cursar minha faculdade de
veterinária. Burro.....se eu queria tanto fazer veterinária, não era
óbvio que eu gostava dessa vida? Por que eu tinha que ter essa mente tão
tacanha?
E
ainda tinha o pior. Era horrível dizer mas eu sentia um desejo
insuportável por Demi. Ta...sei que vão pensar que era pela descoberta
do seu corpo perfeito. Em parte era mesmo. Mas também porque percebi a
mulher de verdade que ela era. Não no sentido sexual. O fato de tê-la
indefesa e frágil em meus braços, mas ao mesmo tempo forte e determinada
só aumentou o que eu já sentia no momento em que a vi no rio. Seria
possível eu ter algum sentimento por ela e ter mascarado esse tempo todo
por puro orgulho, preconceito? Ou sei Lá...que palavra eu daria a isso?
Ao fato de admirar uma mulher tão “masculina”?
Burrice,eu acho. Mas isso nem me importava muito agora.
Tomei
coragem de dizer que a vi nua. Confesso que sua reação foi melhor que
eu esperava. Ela decididamente não era dessas mulherzinhas que se
descabelavam e gritavam por qualquer coisa.
Ela
acreditava em mim. Eu só precisava encontrar uma forma de conquistar
essa mulher. Isso não seria fácil.Mas eu teria que tentar, afinal ela
era minha esposa. E eu a queria para mim. E nem estava pensando no lado
sexual. Estava pensando no quanto ela poderia me ajudar a me tornar
gente.
Mas
por outro lado seria difícil resistir a seus encantos. No momento em
que Demi me abraçou eu senti todos os meus pelos se arrepiarem....e
paz. Uma tranqüilidade que seria difícil explicar. E quando olhei em
seus olhos....que se dane. Mesmo que ela me estapeasse, ficasse brava
comigo...eu queria beijá-la. Quando percebi que me daria um beijo no
rosto rapidamente virei e nossos lábios se tocaram. Eram tão doces e
macios. Mas eu fiquei estático, nosso olhar preso um no outro....até que Demi fechou os olhos.Sim, ela queria. Não me fiz de rogado e
aprofundei o beijo que infelizmente foi interrompido pela minha mãe. Mas
deixou um gosto de quero mais.
Minha atenção foi desviada para minha mãe. Estava diferente, triste.
- Percebeu como minha mãe estava estranha?
Perguntei assim que ela nos deixou a sós.
- Parecia que esteve chorando.
- Fiquei preocupado agora.
- É melhor tomarmos esse café e descermos então.
Iríamos
ver o que Paul queria nos dizer. Provavelmente apresentar o novo
empregado. O sujeito que Demi dera carona. Não gostei disso. Aonde já
se viu? Andar com um homem desconhecido por ai? Demi não conhecia os
perigos que as mulheres corriam? Meu Deus, que raiva.
Assim que descemos encontramos meus pais e um sujeito alto, cabelos claros. Muito forte e com uma aparência simpática.
Meu pai parecia nervoso.
- Joseph...Demetria. Sentem-se. Tenho um comunicado a fazer.
Demi sorriu abertamente.
- Conseguiu o emprego,Rafael?
Ele sorriu de volta.
- Na verdade.....er...Joseph....eu já conversei com sua mãe e....
Minha mãe escondeu o rosto entre as mãos e isso me preocupou.
- o que está acontecendo, pai? Por que minha mãe está assim?
Ele suspirou fundo e me encarou.
- Na verdade.... Rafael não é um novo funcionário. Ele é seu irmão, Joseph. Meu filho.
Meu queixo caiu. Irmão? Como assim? Demi levou a mão à boca.
- Irmão? Que brincadeira é essa?
- Rafael é filho....de uma....empregada que tive logo que cheguei aqui.
Olhei para "meu irmão" que me encarava.
- Ele é apenas meses mais velho que você, Joe.
Apesar de estar completamente surpreso...eu gostei da idéia. porra...um irmão.....eu sempre odiei ser filho único.
Não contive um sorriso.
- bom...isso é...
Demi também sorriu e foi ate Rafael de braços abertos.
- Seja bem vindo a família.
Ele a apertou com força.
- Obrigado, Demi.
Sinceramente...eu
odiei aquela cena. Tudo bem. Eu tinha gostado da idéia de ter um irmão.
mas um irmão que olhava para minha esposa como se quisesse devorá-la?
Aviso: Primeiro: desculpe por quase três dias sem postagens, mas como quem le esse recados que deixo deve saber estou internada, é dificil o médico deixar eu entrar na internet, que isso pode acabar com a recuperação. Segundo: Eu não posso entrar no meu pc que tem photoscape para fazer o banner então não posso faze-lo iria ficar muita agradecida se alguem o fizesse. Terceiro: Contatos; facebook:Amstad Lovato Jonas
Os outros peçam o que quiserem é só pedir que respondo pelos comentários também, beijos
Assinar:
Postagens (Atom)
