Quem já essa história perfeitaa, se não leram melhor, mas pra quem já leu sabe que não tem continuação né, estou aqui pra falar que eu Amstad Pattinson a tenho, sim eu tenho a contiuação dessa fic e estou me amando mais ainda por isso kkkkk', ok quero saber se alguem quer eu poste
tipo essa e a sob o céu de um Jonas eu não vou para de postar essa não, mais uns porém pois assim talvez eu não tenha tempo então se alguém aqui que lê ainda isso aqui, e quiser me ajudar postando a Miley Problema X Nick Solução me adiciona no meu facebook é Amstad Pattinson não tem como confundir e falem que querem ser adm daqui, beijos e por favor que ler comente!
Sob o Céu de um Jonas.
domingo, 12 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
CAPÍTULO 7 - PAIXÕES OCULTAS
CAPÍTULO 7 - PAIXÕES OCULTAS
Joe POV
Eu
não sabia se era ingenuidade de Demii ou se ela realmente queria me
provocar. Que mulher em sã consciência ficaria nua numa banheira com um
homem?Seu corpo e quente e sedutor sentado a frente do meu era
absurdamente enlouquecedor. Meus braços envolta do seu corpo tremiam
ligeiramente. Surpreendentemente Demi tombou sua cabeça, repousando em
meu ombro. Seus olhos me encararam.
- Estou gostando de começar a conhecer você.
Enrolei seus cabelos em meus dedos e voltei a olhá-la.
- Eu também. Mais do que isso, gosto de estar com você.
- É bom...ser eu mesma.
Encostei
minha cabeça na dela, fechando meus olhos. O desejo ameaçava me
consumir. Mas eu jamais seria um canalha com ela novamente.
- Demi...seria tão bom...se tentássemos nos entender. Eu sei que deve
pensar que sou um vagabundo que só me interesso por seu corpo, mas...
Ela me interrompeu.
- Eu não penso isso. No começo pensei realmente, mas não penso mais.
- Por que não?
- Você teve chance no rio, Joe. Está tendo a chance agora e não fez nada. Então não poderia pensar de outra forma.
- Mas eu beijei você.
- Não foi uma coisa que eu não queria.
Meu
coração se encheu de alegria e um pouco de esperança. Ela quis ser
beijada por mim. Então eu não era totalmente repulsivo para ela.
-
Eu não conheço muito dos homens. Mas tenho a certeza que a
maioria...se estivesse assim como nós dois, já teria tentado alguma
coisa.
- Eu não vou negar que quero.
Ela riu.
- Nem tem como esconder.
Ergui minha cabeça, olhando-a novamente.
-
Eu não quero apenas seu corpo,Demi. Quero seu coração também. Demi
ergueu os braços e enlaçou meu pescoço, buscando minha boca mais uma
vez.O desejo intenso chegava a doer em mim. Nosso beijo se intensificou,
nossas línguas se entrelaçando. Demi segurou com força em meus cabelos
e deduzi que seu desejo, apesar de não ser tão intenso quanto o meu,
estava presente. Deslizei minha mão pelos seus cabelos e desci um pouco
mais, sentindo pela primeira vez a maciez dos seus seios. Seus mamilos
estavam rígidos em meus dedos e apertei-os levemente fazendo Demi gemer. Mas em seguida me afastei.
- É melhor pararmos. Ou não se conseguirei me segurar.
- Desculpe-me. eu não..
- Tudo bem. Não é necessário pedir desculpas.
- Joe..eu também quero...que a gente se entenda, da melhor forma possível.
- Eu vou dar o melhor de mim, Demi
- Eu também.Eu...gosto de você, quer dizer....estou aprendendo a gostar.
Abracei-a com mais força.
- Eu também estou aprendendo a gostar de você.
Não
dissemos mais nada. Continuamos abraçados na banheira, ambos se olhos
fechados, apenas sentindo o calor de nossa pele unida. Depois de um
tempo senti a respiração de Demi mais suave e percebi que ela dormia. A
minha sorte é que ela era bem leve. Consegui me levantar com ela no
colo sem dificuldade e deitei-a na cama.
- Joe?
- Pegou no sono.
- Nossa...é que estava tão bom lá.
- Vista alguma coisa quente e seque esses cabelos um pouco.
Enquanto
ela se secava eu fazia o mesmo. Vesti uma camisa de malha e uma calça
de moletom. Peguei uma toalha e passei pelos cabelos dela.
-
Quer que te ajude? Não é bom dormir com esses cabelos molhados. Demi
também vestiu uma calça de moletom e uma blusa de malha. Ainda assim
conseguia ficar terrivelmente sedutora.
- Sabe que eu ainda estou admirada com sua mãe? A reação dela foi inesperada.
- Também achei. Talvez porque já tenha passado tanto tempo.
- Traição é sempre traição, Joe.
- Sim, eu sei.
- desculpe. Não estava dizendo isso pra você.
- Eu sei.
Ela se virou pra mim, segurando minhas mãos.
- Joe...eu falei sério...quanto a nós dois.
- Eu também. Não se preocupe comigo. Sei que fui um cafajeste com você. Mas sei também que não disse nada para me ofender.
- Fico feliz que acredite em mim.
- Vem..vamos deitar.
Dormi feliz. Como jamais estive...abraçado a Demi a noite inteira. Eu a teria pra mim. Tinha esperança disso.
No entanto acordei sozinho. Também dormi demais, já passava um pouco das nove da manhã. Desci e encontrei minha mãe na cozinha.
- Bom dia, mãe.
- Bom dia, meu filho.
Só então ela me olhou e sorriu.
- O que anda acontecendo? As carinhas estão felizes hoje.
- Do que está falando, mãe?
- você e Demi. Parecem...felizes.
- Estamos começando a nos dar bem, mãe.
- Eu percebi. E fico feliz por isso.
- A propósito, a senhora a viu?
- Estava por ai...com o Rafael.
- Rafael?
- Sim. Parece que eles se dão bem também.
Não gostei de ouvir aquilo e já ia me retirar quando minha mãe me fez parar.
- A propósito Joe...eu não sabia que Demi tinha aquele corpão.
- Do que está falando?
- Sempre me pareceu meio masculina, mas está tão feminina hoje... formas perfeitas de mulher.
Olhei
para minha mãe sem entender e fui até a varanda. E então os vi.
Conversando alegremente como se fossem dois velhos amigos. A calça que Demi usava era diferente das outras. Era mais justa e moldava
perfeitamente a bunda empinada. Usava uma camiseta justa que mostrava
claramente a ausência do sutiã. Porra...muito gostosa.
Desci até eles e Demi sorriu ao me ver.
- Bom dia.
Não
sei por que fiz isso. aliás..sei. Por ciúmes. Puxei Demi pela cintura e
beijei-a. Mas felizmente ela correspondeu, enlaçando meu pescoço.
Quando nos separamos a cara do Rafael não era das melhores.
- Bom dia, Rafael.
- Bom dia, Joe.Tudo bem?
- Tudo ótimo.
- Eu e Rafael estamos andando pela fazenda. Estou explicando o serviço pra ele, mas nem é preciso. Ele sabe tudo.
- Ah...ótimo. Estou atrapalhando?
- Não. Mas nós já estávamos indo para o estábulo.
- Tudo bem.Eu também preciso sair agora. Vou a cidade.
- A gente se fala mais tarde, então. Dessa vez ela me deu um beijo rápido e se afastou com Rafael.
Mas aquela situação...definitivamente não me agradava. ++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
Os
dias passavam rápido demais. Já fazia um mês desde que Rafael veio para a
fazenda. Desde então ele e Demi eram unha e carne. Mas como ela dizia,
eram parceiros no trabalho. Embora nossa relação tenha melhorado e
muito, não fomos além de beijos. Eu prometi a mim mesmo que jamais
voltaria a ser um canalha com ela. E só a tomaria como minha quando ela
manifestasse esse desejo. Todos repararam em sua mudança. Estava cada
dia mais linda e feminina. Usava sempre calças jeans. Mas todas moldavam
perfeitamente seu corpo escultural. Eu continuei ajudando meu pai no
escritório com questões burocráticas. Eu entendia do assunto, embora não
tivesse concluído a faculdade. Tranquei minha matricula nem sei por
que.
- Eu não gosto nada de como aquela Rafael olha pra Demi.
- Hum?
- Estou falando ha horas, Joe.
- Desculpe, mãe. O que foi?
- Não gosto da forma como o Rafael olha para Demi.
- Confesso que me incomoda também.
- E acho que ela sente alguma coisa por ele...sei lá´.
Meu coração perdeu uma batida.
- Por que diz isso?
- Não sei exatamente.
- Está sabendo de alguma coisa que não sei?
- Claro que não. Eu diria a você se soubesse.
- Bom..vou até o escritório. Meu pai quer falar comigo.
Assim
que sai pelo pátio da fazenda vi Demi, Ashley e Rafael de papo pro ar.
Vi perfeitamente quando Rafael passou o braço em torno do ombro de Demi e
cheirou os cabelos dela. Demi se endireitou quando me viu e sua
expressão de culpa me preocupou. Mas segui direto ao escritório. Não
podia culpá-la de nada. Estávamos tentando nos dar bem e só.Embora eu já
pudesse dizer com toda certeza que estava apaixonado por ela.
- Pai? Queria falar comigo?
- Sim. Sente-se.
- o que é?
Ele me encarou profundamente.
-
sabe que não sou de rodeios, então irei direto ao assunto. Embora você e Demi estejam se dando bem, eu vejo que esse relacionamento não irá pra
frente. Quer dizer...vocês não se gostam como um casal de verdade. E
jamais virão a me dar netos.
Engoli em seco, não estava gostando do rumo da conversa.
- O que quer dizer? Fale abertamente.
-
Eu acho que você e Demi deveriam se divorciar. Eu vejo que ela e Rafael
estão se entendendo e bem....ele me confessou que está gostando dela.
Então, eu pensei...por que não dar a ela a chance de ser feliz? De se
realizar como mulher?
Eu levantei feito um leão pronto para o ataque.
- NÃO...NÃO....O QUE É FICOU LOUCO?
-
Pare de gritar..só estou dizendo o que acho. Rafael é da família, meu
filho também . De qualquer forma as famílias permaneceriam unidas. E Demi poderia ser feliz com alguém que a ame de verdade.
- NUNCA!!! NUNCA....ELA É MINHA ENTENDEU? DIGA A SEU FILHINHO PARA FICAR LONGE DELA ANTES QUE EU PARTA A CARA DELE.
- Joe...não estou entendendo você.....você a odeia....
Num
acesso de fúria eu derrubei tudo o que estava sobre a mesa do meu pai,
computador, relógio, além das esculturas que ele tinha ali.
- JOSEPH.
- NINGUÉM VAI TIRÁ-LA DE MIM....NINGUÉM.....
-Joe...
Sentei -me no sofá, desconsolado e senti que chorava.
- Merda, pai...sei que não sou um bom filho. Mas por que me odeia tanto assim?
- Filho...eu te amo. Eu só quero vê-lo feliz.
- Então por que quer tirá-la de mim?
Coloquei minha cabeça entre minhas mãos, abaixando-a desesperado. Meu pai ajoelhou-se a minha frente.
- Filho...você....você está gostando da Demi?
- Estou apaixonado por ela.
- Ah...meu filho.
Depois de muito tempo meu pai me abraçava novamente.
-
Como eu poderia saber? vocês se odiavam. Vi que estão se dando bem, mas
pensei que era apenas camaradagem. Eu não vejo grandes avanços entre
vocês.
- Estou indo aos poucos, pai. Não quero que ela pense que sou um canalha.
- você nunca foi, meu filho. Andava meio avoado, meio perdido. Mas nunca foi um canalha. Olha...esqueça tudo o que eu disse.
- Eu quero essa mulher pra mim, pai.
- E você terá filho....seja forte. E nunca se esqueça. Eu te amo. Amo demais.
Ainda
fiquei um tempo sentado no escritório semi destruído, chorando,
enquanto meu pai segurava minha mão. Era vergonha, raiva, ciúme..tudo ao
mesmo tempo.
Só depois de algumas horas eu me levantei e sai.
Encontrei Ashley limpando a varanda.
- Onde está Demi?
- Saiu para cavalgar com o Rafael.
Deus
do céu...será que Demi estava gostando dele? Era possível. Ele era
atencioso com ela, e embora eu estivesse morrendo de ódio dele, devo
admitir que ele era boa pinta, simpático e agradável. Talvez tudo o que Demi nunca tenha visto em mim. Ashley entrou e fiquei parado feito um
idiota, sem saber se ia atrás deles e quebrava a cara do Rafael ou se
ficava e rezava...
Já ia entrar quando uma voz conhecida me fez parar.
- JOe? Preciso falar com você.
- Virei-me ,incrédulo.
- Camila? O que quer aqui?
- Falar com você. Urgente.
Merda...o que essa doida queria agora? Já tinha dito a ela que não queria mais. Acabou desde a minha maldita noite de núpcias.
- Vamos até o estábulo. É rápido.
-
Vá na frente. já estou indo. Não estava disposto a ouvir lamúrias de Camila. Estava preocupado com Demi e com o que ela poderia estar
fazendo. Depois de alguns minutos fui até o estábulo.
- O que quer, Camila?
- Eu preciso da sua ajuda.
- Não sei por que pensa que posso ajudá-la, mas diga. O que é?
Ela torcia as mãos com nervosismo.
- O que tem a me dizer, Camila?
- Eu...estou grávida,Joe.
Fiquei um tempo em silêncio.
- E o que eu tenho a ver com isso? Nem me venha com palhaçada porque sabe muito bem que sempre usei preservativo com você.
- Eu sei. Não estou dizendo que é o pai. Eu...na verdade não sei quem é o pai.
Eu
sabia que era uma vadia que andava se esfregando com todos. Ainda bem
que sempre tive o bom senso de me prevenir quando estava com ela.
Agora...se ela não sabia quem era o pai..que eu tinha a ver com isso?
- Então o que quer de mim?
- Eu...não tenho condições de ter esse filho, Joe. Me ajude. Eu preciso de uma quantia para tirar esse bebê.
Foi como um soco em meu estômago.
- Aborto? Você ficou louca? Vai tirar uma vida, Camila?
- Eu não tenho condições de criar um filho.
- Pensasse nisso antes de soltar a boceta por ai. Que culpa esse bebê tem?
- Por favor, Joseph.
- Desista. Não farei isso. Tenha o filho..dê pra adoção...tem tanta gente boa querendo.
- JOe...eu não tenho condições..grávidas precisam de consultas, remédios...
- Olha...me deixe pensar um pouco. Eu te procuro depois. Sabe de quanto tempo está?
- Dois meses.
- Vou ver o que posso fazer. Mas nada de aborto. Agora preciso ir.
Sai deixando-a para trás.
Merda....Por
que eu? Por que não procurou outra pessoa? Eu não fazia idéia de como
ajudá-la a não ser conversar com meu pai e minha mãe. Estávamos falando
de um bebê indefeso que não tinha culpa de ter a mãe louca que tinha.
O dia tinha sido cheio demais. Subi para o meu quarto e qual não foi minha surpresa ao ver Demi ali.
- Oi...não sabia que tinha voltado.
- Cheguei a pouco. E você onde estava?
- Andando por ai. Está estranha...aconteceu alguma coisa?
- Não. Está tudo bem.
Mas Demi me evitava. Aconteceu alguma coisa nessa cavalgada com Rafael. Eu não tinha certeza se queria saber o que era.
Demi POV
Os
dias estavam melhores com o passar do tempo. Joe e eu nos dávamos
bem. Ainda não tínhamos ido as vias de fato, embora não me faltasse
vontade. Mas acho que era cedo pra isso. Eu estava gostando dele, de
verdade. Gostava de estar com ele, conversar, dormir ao lado dele. Mas
eu ainda tinha medo de me decepcionar. Não por que eu pensasse que ele
era um canalha. Mas porque talvez fosse uma paixão passageira, e eu
viesse a sofrer mais tarde. Por outro lado Rafael tornara-se excelente
companhia. gostava dele, da conversa e do carinho que tinha comigo. Mas
confesso que às vezes eu ficava constrangida e desconfortável. Rafael
muitas vezes me cantava claramente, me dizendo que eu era linda e no
quanto ele gostaria de estar no lugar de Joe. Pensei muitas vezes em
me afastar, mas ele sempre foi tão amigo. Mas isso não justificava. Joe era irmão dele e ate onde eu vi, se davam bem. Joe era sempre
educado com ele e as vezes até brincavam. não era justo dar em cima da
mulher dele. Joe continuava ajudando Paul escritório e eu
ficava com Rafael. Preferia ter Joe ao meu lado, cavalgando comigo,
verificando os cavalos e os gados. Hoje por exemplo era dia de ir a
fazenda do meu pai. Seria bom tê-lo ao meu lado. Mas Joe parecia não
gostar muito dessa vida. Mesmo assim eu o queria sempre por perto. Ele
me fazia sentir bem. Me sentir mulher somente com o olhar dele sobre
mim. ele me desejava, eu sei. Assim como eu também o desejava. Aquele
nosso banho, quando pude sentir toda sua potência contra meu corpo...só
me fazia sonhar de desejá-lo cada vez mais. Eu assumi de vez quem eu
era. Uma mulher bonita e feminina, cheia de curvas. E adorava quando ele
me olhava com olhos escuros de desejo. Eu só gostaria de saber se algum
dia passaríamos disso. Daqueles beijos calorosos que trocávamos todos
os dias. Eu tinha quase certeza que estava me apaixonando por ele. Não
tinha outra explicação. O que mais poderia explicar o fato de me sentir
tão culpada quando ele me viu abraçada a Rafael? Ele cheirou meus cabelos
enquanto ríamos e então vi o olhar amargurado de Joe que se afastou
em seguida. Afastei-me do Rafael.
- Acho melhor voltarmos ao trabalho.
- Demi..eu a magoei?
- Está na hora.
Durante
todo o percurso até a casa do meu pai, eu pensei em Joe. no seu
olhar triste. Eu iria pedir desculpas a ele e colocar Rafael
definitivamente em seu lugar.
Merda...eu
queria meu marido. Queria minha vida com ele. Se preciso fosse eu
falaria com Paul para deixar Rafael longe de mim.
O percurso de volta também foi em silêncio.
- Quer ir até o rio, Demi?
- Vai você, Rafael. Preciso conversar com Joe.
- Demi, eu...
Afastei- me galopando rapidamente. Eu precisava demais vê-lo, pedir desculpas....e beijá-lo.
Desci
do cavalo e fui até o estábulo mas antes que eu entrasse eu ouvi o que
fez meu sangue congelar nas veias. Conhecia muito bem a voz anasalada de Camila.
- Eu...estou grávida, Joe.
Prendi a respiração e não tive coragem de esperar para ouvir sua resposta.
Dei
a volta e deixei meu cavalo próximo ao escritório, seguindo a pe para
casa. Fui direto para o nosso quarto, meus olhos ardendo com uma vontade
intensa de chorar. Acabou. Tudo que eu tinha imaginado para nós dois
ficaria perdido.
Eu
não conseguiria aceitar isso. Meu marido tendo filha com outra, sendo
que eu mesma nunca o tive em minha cama. A dor que eu sentia só me fez
ter a certeza que eu o amava.
a. Embora não tenha sido por querer, ele me magoara. Eu confiava nele sim...em tudo o que me disse até hoje. Mas ver uma criança que era fruto da pior noite da minha vida....
a. Embora não tenha sido por querer, ele me magoara. Eu confiava nele sim...em tudo o que me disse até hoje. Mas ver uma criança que era fruto da pior noite da minha vida....
Merda... Pior noite da minha vida? Naquele dia...no dia do meu casamento...eu já o amava?
Parece que sim. Só me restava erguer a cabeça e quem sabe...aceitar o amor que o outro irmão me oferecia.
Era egoísmo meu, mas eu não queria mais sofrer. Rafael no mínimo deveria ter se prevenido e não o fez.
Pra mim, terminava algo que poderia ter sido lindo, mas nem chegou a começar.
Gente desculpa, desculpa, mesmo não sabe como estou triste por não ter postado, mais tava sem pc a pior coisa que pode acontecer, a uma escritora, e ai estão gostando, beijosQQQ
Gente desculpa, desculpa, mesmo não sabe como estou triste por não ter postado, mais tava sem pc a pior coisa que pode acontecer, a uma escritora, e ai estão gostando, beijosQQQ
segunda-feira, 15 de abril de 2013
SORTEIO SORTEIO SORTEIO
ahahahhahahahahahha
Estou aqui para relatar que
batam os tamboress
estamos chegando no 100 é isso tenho 99 comentários uhul, então quero dizer aqui e agora que a que a numero 100 e 101 irão competir em um sorteio para virar uma afiliada aqui eu acho que assim que se chama, poderá postar mini-fics e até é claro se quiser uma fic comigo que será postada aqui
Como será o sorteio:
a numero 100 e 101 terão que falar porque amam jemi, coisa facil e assim eu farei uma enquete aqui e numa página que tenho para as pessoas votares então assim que sabermos quem ganhou aviso aqui e falo com a ganhadora ok? beijos e boa sorte!!
Estou aqui para relatar que
batam os tamboress
estamos chegando no 100 é isso tenho 99 comentários uhul, então quero dizer aqui e agora que a que a numero 100 e 101 irão competir em um sorteio para virar uma afiliada aqui eu acho que assim que se chama, poderá postar mini-fics e até é claro se quiser uma fic comigo que será postada aqui
Como será o sorteio:
a numero 100 e 101 terão que falar porque amam jemi, coisa facil e assim eu farei uma enquete aqui e numa página que tenho para as pessoas votares então assim que sabermos quem ganhou aviso aqui e falo com a ganhadora ok? beijos e boa sorte!!
CAPÍTULO 6 - Um Pouco de Romance?
CAPÍTULO 6 - UM POUCO DE ROMANCE?
Bella POV
Era
tudo tão novo. E devo acrescentar: muito agradável. Eu sequer pensei
nessa probabilidade um dia. Eu e Joseph..assim...aos beijos. Mas éramos
casados não é? Que mal ha nisso? A princípio quando Joseph me contara
que viu meu corpo como realmente é, eu fiquei brava. Cheguei a pensar
que ele se aproximou apenas por isso. Mas eu via que não era isso.
Ninguém conseguiria fingir tão bem. Ninguém conseguiria colocar emoção
nos olhos propositadamente. E eu via isso nele. Estava sendo sincero.
Talvez nunca chegássemos a ser realmente marido e mulher. Mas poderíamos
ser amigos. Ele era divertido. Agora eu via isso. Eu estava gostando de
descobrir esse novo Edward. E gostando de estar nos braços dele. Seu
beijo era delicioso. A boca tão doce e macia....Estremeci.
- Com frio?
- Não.
Estávamos ha um bom tempo na água. Joseph abraçava meu corpo por trás, minha cabeça pendia em seu ombro.
- Acho que deveríamos ir. Você esteve doente. Não deve se arriscar.
- Ah...agora diz isso. Você quem me jogou aqui.
Ele riu.
- Foi mais forte que eu.
Dei um soco em seu peito e tentei sair da água. Minhas roupas estavam pesadas demais. Joe estendeu a mão pra mim.
- Vem...sua molenga. Eu te ajudo.
Segurei nas mãos dele. Eu me perguntava porque eu estremecia toda vez que ele me tocava. Isso não era normal.
- Então? Vai se arriscar de novo na corrida?
- Acho que não. Estou com frio, minhas pernas estão dormentes.
- Mentirosa. Disse que não estava com frio.
- Mas você estava me esquentando.
Ele parou um momento. Fez menção de falar alguma coisa mas desistiu.
- Vamos?
- Sim.
Montamos
e começamos nosso percurso de volta. Dessa vez íamos mais devagar,
conversando sobre a fazenda. Engraçado que Joe entendia do assunto.
Por que nunca se envolveu? Ele era inteligente. Credo...Joe era muito
instigante. Quando nos aproximamos da casa, Denise, Paul e Rafael
estavam na varanda.
- Meus Deus..o que andaram fazendo?
- Esse maluco me jogou no rio.
Rafael percorreu meu corpo inteiro com os olhos e aquilo...me incomodou?
- Joe! Pediu desculpas pelo menos?
Olhei para Joe e não agüentei. Caímos na gargalhada. Joe me puxou pela cintura e envolvi a sua também, inconscientemente.
- Vão tomar banho, pelo amor de Deus. Quanta irresponsabilidade, Demi. Ainda ontem estava doente.
- Ah...mãe...Estávamos nos divertindo. Vem, Demi .Deixa esses velhos pra lá.
Ainda pude ouvir Paul falando assustado.
- O que está havendo com esses dois, afinal?
Nem
eu sabia, mas o fato é que eu estava adorando estar assim com Joseph.
mesmo quando ele fazia essas loucuras. Me pegou no colo e subiu as
escadas correndo até nosso andar.
- Me põe no chão, seu demônio.
-Não tem medo de uma cavalo te derrubar e está com medo que eu faça isso?
- Mas o cavalo é forte.
Ele abriu a boca e parou me encarando.
- Desaforada....ta me chamando de fraco?
- Não...mas....
-
Não sabe do que sou capaz de fazer com você no meu colo, Demi.
Não...eu
realmente não sabia. Mas a forma como ele me olhava me fez querer
descobrir. Minhas mãos que já estavam em seu pescoço se embrenharam em
seus cabelos, puxando seu rosto para o meu. Nossas bocas se encontraram
mais uma vez nesse dia. Joe continuou andando comigo no colo e sem
desgrudar sua boca da minha.
- Eu falei que conseguia....
- Estou vendo.
Já estávamos em nosso quarto quando Joe me colocou de pé.
- Vá tomar o banho ou seu resfriado volta.
- Mas...e você?
- Eu espero você sair e vou.
Olhei
para ele de cima a baixo, pingando água. A camisa de malha grudava-se
ao corpo, revelando seu peito másculo. Seus cabelos ainda escorriam um
pouco.
- Vai adoecer, Joe.
- Vou nada. Toquei em seu braço ele estava gelado.
- Vem comigo.
- É melhor não.
- Vamos parar com bobeira? Deu uma de espião e já me viu nua mesmo. Agora nem adianta disfarçar mais.
Ele jogou a cabeça para trás e gargalhou.
- Não era minha intenção estragar seu disfarce.
Tirei
minha blusa ficando apenas de sutiã. A principio fiquei com vergonha,
pois sentia seu olhar me queimando a pele. Mas depois lembrei-me mais
uma vez que ele já tinha me visto totalmente nua.
- Deixa de moleza Joe. Vai adoecer.
Tirei
minhas botas e a calça ficando apenas de calcinha e sutiã. A merda toda
era que eu sempre usava lingeries sexy demais para quem não queria se
mostrar feminina. Joe suspirou pesadamente e fechou os olhos.
- Acho melhor eu ir para a outra suíte.
Eu ri. Nem sei de onde tirei tanta ousadia assim. Eu estava provocando ele?
- Medroso feito um gatinho....
Caminhei
até o banheiro, sem deixar de sentir seu olhar em mim. Abri a torneira
da banheira e enquanto ela enchia entrei sob a ducha quente. Segundos
depois eu ouvi a porta do boxe abrindo. Abri meus olhos e ....Puta. Que.
Pariu.... Meu marido era....gostoso.
Encarou-me por um tempo e então eu sai da ducha.
- Entre enquanto eu diminuo a água da banheira. Acho que será melhor para relaxar.
- Tem razão.
Diminui a quantidade de água e quando voltei para o boxe Joe me puxou para s ducha abraçando meu corpo.
- Não vai ficar no frio.
Meu corpo seminu agarrado ao dele também seminu....era perigoso demais.
- Joe...
- Eu não vou fazer nada, eu juro.
- Eu sei. eu só ia....
- Ia?
- Beijar você.
Joe não falou nada. Envolveu minha cabeça com uma das mãos e literalmente
devorou minha boca. Era um beijo diferente dos outros. Mais urgente,
quase faminto. Sua língua devastava minha boca e suas mãos me apertavam
mais de encontro a ele. Era muita loucura. Eu jamais me interessei por
homem algum. Sabia o que era sentir vontade, é claro. Mas não ao ponto
de sentir meu sexo latejar com tanta força e escorrer facilmente, me
deixando encharcada. Empurrei-o, assustada.
- Desculpe-me.
- não...é só que ...lembrei-me da banheira.
- Ah..é verdade.
Rapidamente
sai do box e fui ate a banheira, fechando a água. Joguei alguns sais e
liguei rapidamente a hidromassagem, desligando em seguida. E agora?
Tomar banho com lingerie era ridículo. Mas se eu tirasse... Joe
tiraria também. Eu nunca vi um homem nu antes. Ta certo, ele era meu
marido.Mas nossa situação era tão atípica.
Quer
saber? Eu nunca fui medrosa. estava com medo de um simples banho com
meu marido? Ainda que nossa situação fosse ruim? Eu estava de costas pra
ele quando tirei o sutiã. Depois tirei a calcinha e percebi a ausência
de uma outra respiração ali dentro.
Entrei rapidamente na banheira.
- Venha, Joe. Está quentinha.
Ele fechou a ducha, mas parou ao lado da banheira.
- Tem certeza?
- Deus do céu, homem. Vai adoecer.
Reparei
em seu corpo perfeito. Por que não dizer, divino? Nenhuma gordurinha
minúscula fora do lugar. As coxas eram másculas....meu olhar parou sobre
a boxer preta que não ocultava nada da ereção formada. Quando ele
colocou um pé dentro da banheira eu segurei seu joelho.
- Você toma banho de cueca?
- Não.
- Então?
- Demi...
- Joe..somos casados, adultos....e eu também estou nua. Deixe de besteira.
- Se você diz.
Eu
desviei o olhar quando ele baixou a boxer. Mas minha curiosidade falou
mais alto. Tudo o que tinha visto nele ate então era perfeito. Eu
precisava conformar se ele era realmente um Deus. Minha respiração
disparou quando olhei aquilo. Joseph...ou melhor...o membro dele era
enorme. Muito grande e grosso....e incrivelmente duro, apontado em minha
direção. Baixei meus olhos sem graça e Joseph sentou -se ao meu lado,
fechando os olhos.
- Está boa a água?
- Sim.
Sua voz baixa não passou de um sussurro. Estremeci mas ele não pareceu perceber.
- Demi?
- Sim?
- Eu queria que tudo tivesse sido diferente. De verdade.
Seus olhos se abriram e me fitaram.
- Eu sei, Joe.
- Será que vai conseguir me perdoar algum dia?
- Eu não tenho raiva de você.
- Obrigado.
Sem
pedir licença eu me sentei a frente dele e de costas pra ele. Seus
braços me envolveram e enterrou seu rosto na base do meu pescoço. Eu
sentia claramente seu membro latejando contra minha pele. Mas ele me
garantiu que não faria nada e eu acreditei.
Mas
eu estava confusa. Não sabia o que queria. Seguir apenas com um
casamento de conveniência e tentar encontrar alguém que gostasse de mim
ou tentar fazer com que nosso casamento desse certo?
Nesse momento, totalmente abraçada por ele, eu me sentia tentada a arriscar a segunda opção.
Ah gente 3 comentários para o proximo, e o que acharam do banner tá eu sei que horrendo mais o que pude fazer sendo iniciante beijos
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